Diário de Campanha — O Ritual [D&D 5th] | Intro

Atualizado: 20 de Jun de 2019



Eu simplesmente amo começar a planejar e escrever uma nova campanha. Reler as regras dos livros básicos, buscar ideias em outros sistemas e cenários de RPG de Mesa. Buscar mais informações pela internet em blogs, canais de youtube e tudo mais que eu puder botar as mãos e olhos. Mesmo com toda a tecnologia, eu ainda prefiro escrever num caderno sem pauta também e ainda sem muita pericia, amo desenhar os mapas e ideias que tenho.


Essa campanha inteira surgiu ao ver o seguinte vídeo dando algumas ideias sobre criação de encontros em D&D 5th Edition. Alias super recomendo o canal de youtube, caso inglês não seja um problema para você.


Eu escrevi ela com a previsão de encerrar pelos níveis 7–9, mas podendo se desdobrar em mais historias obviamente. Peguei um caderno de folhas sem pautas e comecei a escrever e desenhar. ( Desenho mal, mas é apenas para meus olhos mesmo )


Ao entrar em contato com os jogadores, pedi para que criassem seus personagens sem detalhar muito sobre sua historia e que não se preocupassem com equipamento. Pedi para que todos bolassem uma frase de acordo com seu background escolhido e que terminassem com oura frase contando como acabaram ficando inconscientes. Logo entenderam que iriam começar o jogo inconscientes. Usei algumas ideias que puxei de Dungoen World, alias, até escrevi um artigo sobre: Usando VERDADES em seus jogos de RPG de Mesa.


Fizemos as fichas, marcamos a data do jogo e começamos bem animados, principalmente eu que já vi na criação de personagem muitas boas possibilidades para a campanha.


Como Narrador dessa sessão de Dungeon and Dragons 5th Edition, a única coisa que defini para o mundo (alem dele ser de fantasia), era que a região aonde se passaria o jogo acabou de passar por uma grande guerra e que mesmo em uma época de paz, os antigos conflitos ainda estão muito recentes e as cidades/reinos/afins ainda não confiavam um nos outros.


Em ordem da esquerda pra direita: Lys, Ringrim, Neve e Stor

Temos Lys, uma Drow Feiticeira Selvagem que cresceu nas ruas de uma cidade, ajudada por um bom amigo. Ela ficou inconsciente após voltar dos estudos arcanos ao ver seu melhor amigo sendo julgado e enforcado em praça publica. O Jogador definiu como verdades duas coisas. Que os Drows são conhecidos por terem sangue arcano e um povo que respeita muito magia e que existe uma cidadela voadora que todos acreditam ser um paraíso, digno apenas para merecedores.

Em seguida conhecemos Ringrim Silverjaw, Um Anão guerreiro e soldado que passou a vida treinando para uma guerra que nunca aconteceu. Em uma noite de bebedeira ele acabou desmaiando. Se porque ele exagerou ou porque ele foi drogado ainda não sabe. O Jogador definiu duas verdade. Que a situação pós guerra estimulou um crescente mercado de contrabando, criando um mundo paralelo no submundo e que um dos grandes problemas atuais da civilização são bestas e monstros poderosos que começaram a surgir e atacar cidades e estradas.


Eis que temos Neve, uma halfling ladina e albina que viveu fora da sociedade (o Background Outcast foi usado), pois foi sequestrada bem jovem por uma guilda de ladrões, aonde serviu de escrava a vida toda em condições sub humanas e teve que aprender a sobreviver a uma vida de extremos. Durante um conflito (que ela não entendeu nada), ela acabou com um anel que achou um pouco antes de ficar inconsciente. Suas verdades estão ligadas a organizações e problemas que criou em seu histórico.

A historia dela tem mais detalhes, mas como os jogadores tem acesso a essa matéria, ainda não revelarei muito para não acontecer alguns spoilers.

Finalmente, o grupo se completa com Stor, um humano golpista que serve ao dogma dos jogo, um Clérigo a serviço de Karos, a divindade da jogatina e sorte. A verdade de Stor, ficou sendo eu e ele definindo como seria a questão de deuses e religião no mundo. Ficou decidido uma abordarem como em Eberron, aonde os clérigos tiram seu poder diretamente da fé e dogmas das religiões, pois os deuses nunca aparecem ou ajudam os mortais.


Com tudo isso preparado, era hora de acordar eles.

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